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Ensaio | O que a água não lava

  • Laura Lanza
  • 12 de mar.
  • 1 min de leitura

#Pratodosverem: Três lixeiras de cor diferentes, vermelhas, cinzas e castanhas, estão dispostas em um suporte de metal. O suporte é de metal e está apoiado no solo. As lixeiras são cilíndricas e estão dispostas lado a lado em um mesmo suporte. As lixeiras possuem diferentes cores e sinais de reciclagem diferentes, com uma placa que indica "plástico", uma outra que indica "resíduos" e outra que indica "orgânicos".  Há vegetação rasteira ao redor do suporte de metal, com alguns resíduos.
Lixeiras para coleta seletiva no centro de Mariana | Foto: Laura Lanza

O mês de janeiro, em Mariana, veio acompanhado da tão esperada chuva. “A água lava tudo”, é o que ouvimos pelo senso comum - e até em marchinhas de carnaval -, mas essa mesma água também movimenta resíduos pelas ruas da cidade. O lixo mal descartado pela população passa a ser parte da correnteza e é levado para os canteiros e esgotos. 


Esse ensaio retrata o impacto ambiental causado pela combinação das chuvas e o descarte inadequado de resíduos. As imagens mostram como a chuva, que costuma ser um símbolo de limpeza e renovação, quando cai e corre pela cidade, revela a fragilidade de nossas práticas de sustentabilidade e a falta de cuidado e respeito ao meio ambiente. 


As fotos seguem o trajeto percorrido diariamente pelo centro da cidade. São passos acompanhados por garrafas plásticas, embalagens e latas. Algumas delas, mesmo estando próximas das lixeiras, só as conhecem pelo lado de fora.



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